Grupos de Trabalho

São 15 GTs disponíveis para submissão de resumos. As inscrições estão abertas de 08/06 a 18/09/2026. Cada proposta pode ter até 4 autores(as), de graduandos(as) ao doutorado.

Cronograma por Sessão

Confira abaixo todos os GTs organizados por dia e turno. Clique em qualquer GT para ver sua ementa completa.

GT 1

Modelos Conceituais, Metadados, Ética e Tecnologias emergentes em Bibliotecas

04/11 · Sala 45 · 08h30–11h30

Os ambientes nos quais os bibliotecários atuam estão mudando o seu papel como profissionais da informação, tanto devido aos avanços tecnológicos, quanto à evolução social que afetam o público e as organizações. Refletir sobre a pesquisa e as práticas catalográficas na era digital e das inteligências artificiais mostra-se necessário para avaliar a adequação e ajustes necessários dos modelos teóricos, normativas e os padrões de metadados implementados no tratamento e organização da informação. Prospectar a pertinência de política catalográfica e sua importância na estrutura dos serviços bibliotecários, incluindo o Código de Ética da Catalogação. Abordar sobre a evolução do RDA/MARC 21/BIBFRAME e/ou ISBD consolidada, no ambiente das bibliotecas modeladas no AACR2/MARC21 e Princípios de Paris. Compreender o potencial da IA generativa e de modelos de linguagem para aprimorar os serviços bibliotecários, em especial a catalogação bibliográfica.

Dr. José Fernando Modesto da Silva
USP
Dra. Isabel Cristina Ayres da Silva Maringelli
FESPSP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
Ender Rafael Quintero RomeroAs Inteligências Artificiais Generativas e a Catalogação de Acervos Fotográficos em Arquivos e Bibliotecas
Raquel Ferreira LealCatalogação Descritiva e Metadados na Biblioteca Digital: Análise Bibliométrica
Márcia Silva Augusto / José Fernando Modesto da SilvaA Representação Descritiva de Partituras em Catálogos Bibliográficos: uma análise a partir da obra de Lina Pires de Campos
Danilo Vitor Izac Pereira / Daniela de Oliveira CorreiaA representação descritiva de board games: guia de catalogação fundamentado no AACR2r
Luciana Maria Napoleone / José Fernando Modesto da SilvaRegistro de Evidências de Exemplares Específicos: prospectando boas práticas em catálogos ingleses e brasileiros
GT 2

Cidades e movimentos

Sessão A · 04/11 · Sala 45 · 19h00–22h00 Sessão B · 05/11 · Sala 45 · 19h00–22h00

Os estudos sobre o urbano marcam mais de um século nas Ciências Sociais, desenvolvendo-se a partir de diferentes tradições teóricas e empíricas. A rápida migração do campo para a cidade levou as Ciências Sociais a se abrirem a novas metodologias de pesquisa, capazes de responder às questões emergentes, especialmente na Europa, no início do século XX. No Brasil, a Escola Livre de Sociologia, orientada por pesquisadores da Escola de Chicago, seguiu a tradição dos estudos urbanos empíricos, com atenção a temas como migração, violência, criminalidade e desigualdade. Passado mais de um século, este Grupo de Trabalho propõe uma reflexão sobre o fazer na e sobre as cidades nas Ciências Sociais, a partir das cidades e seus movimentos, considerando desde questões que permanecem atuais, como a desigualdade, até os movimentos insurgentes que desafiam a lógica neoliberal dos grandes centros urbanos.

Dra. Flávia Ayres Loschi
FESPSP
Dra. Marta de Aguiar Bergamin
FESPSP
GT 3

Ciências Sociais e saúde: diálogos interdisciplinares

Sessão A · 05/11 · Sala 63 · 19h00–22h00 Sessão B · 06/11 · Sala 63 · 08h30–11h30

O objetivo do grupo é reunir pesquisas que tragam análises sobre os diálogos entre as ciências sociais e o campo da saúde, destacando abordagens interdisciplinares que contribuem para a compreensão dos processos de saúde, cuidado, adoecimento e políticas públicas. Interessa reunir pesquisas que explorem questões como desigualdades sociais em saúde, práticas e saberes dos profissionais, saúde e meio ambiente, experiências de usuários, saúde coletiva, medicalização, gênero, raça, territórios e outros marcadores sociais da diferença. O GT valoriza tanto investigações empíricas quanto teóricas, em diferentes etapas acadêmicas (iniciação científica, TCC, pós-graduação ou outra) incentivando o debate crítico sobre os modos de produzir conhecimento no cruzamento entre sociologia, antropologia, ciência política, comunicação, saúde coletiva e áreas afins.

Dra. Eunice Almeida
USP
Dra. Stella Christina Schrijnemaekers
FESPSP
Dra. Natália Negretti
FESPSP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
Wesley Sousa Ribeiro de JesusDesigualdades em Saúde e Exclusão Social: Sujeito, Risco e Cidadania
Vanti Sahyoun CamargoNarrativas sobre o SUS: uma análise antropológica sobre a construção do SUS a partir dos profissionais nas bases regionais da Grande São Paulo
Mariana Bomfim Sousa FerreiraSolidão e saúde mental de mulheres negras: reflexões com usuárias do CAPS II de Cidade Tiradentes - SP
Patricia Montanari / Nivaldo Carneiro JuniorMoradia unipessoal enquanto possibilidade na velhice e caminhos existenciais e sociais
Rute Loreto SampaioO Estado da Arte da Política Nacional de Assistência Integral a Saúde da Mulher em São Paulo, Brasil
Victor Avedikian D'AmicoNovas Tecnologias do Desejo e Formas de Prazer: O Chemsex entre HSH em São Paulo
Viviane Lazard SobralO Lugar dos Meninos na Prevenção ao HPV: Desafios para a Saúde Sexual, o Cuidado e a Vacinação
Francilangela Lopes Pinheiro ClarindoLinguagem, estigma e transformação social na cartilha 'Promovendo uma Linguagem Positiva sobre Demência'
Pedro MendonçaEntregadores por Plataforma e Estratégias Defensivas: Análise da imagem de 'cachorro louco' a partir da psicodinâmica do trabalho
Natalia Negretti / Pollyana LiraO caso Prevent Senior a partir da bioética de intervenção: reflexões sobre vulnerabilidade, envelhecimento e mistanásia
GT 4

Estado, desenvolvimento e sustentabilidade

Sessões A/B/C · 04/11 · Salas 51/52/53 · 19h00–22h00 Sessões D/E · 05/11 · Salas 51/52 · 19h00–22h00 Sessão F · 06/11 · Sala 34 · 08h30–11h30

O grupo de estudo propõe uma abordagem interdisciplinar sobre o papel do Estado na formulação de estratégias de desenvolvimento e planejamento econômico. Serão debatidos temas como geopolítica e inserção internacional; desenvolvimento nacional, regional e local; políticas públicas e planejamento estatal; economia política e alternativas ao neoliberalismo; Estado e soberania no século XXI. A agenda inclui ainda as questões sociais e ambientais contemporâneas, inovação, reindustrialização e transição energética, além de experiências com economia criativa, economia popular e solidária. Busca-se articular essas dimensões com a ampliação da participação social e da cidadania, discutindo caminhos para um projeto de desenvolvimento justo, soberano e ambientalmente sustentável.

Dr. Euzébio Jorge Silveira de Sousa
FESPSP
Me. Fernando Garcia de Faria
FESPSP/USP
Dra. Bárbara Vallejos Vázquez
Escola Dieese/UNICAMP/UCLM
Me. Leandro Torelli
FESPSP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
Nicole Aparecida Nunes NascimentoInteligência Artificial e Meio Ambiente: uma análise documental sobre sustentabilidade em Big Techs de IA
Euzebio Jorge Silveira de Sousa / Barbara Vallejos Vazquez / Fernando Garcia de Faria / Victor LenziInteligência artificial e trabalho no Brasil: exposição, complementaridade e heterogeneidade estrutural na periferia digital
Antonio Gracias Vieira FilhoNeoliberalismo e New Space: O Estado neoliberal e a conquista privada do espaço exterior
Luis Carlos Nunes Rodrigues JuniorÍndice Econômico da Cachaça (IEC): Um termômetro keynesiano das desigualdades regionais de poder de compra no Brasil (2016–2025)
João Vitor Durães BuenoO BNDES como Credor do Desenvolvimento Sustentável: Desafios e Impactos na Energia Verde
Bárbara Vallejos Vazquez / Fernando Garcia de FariaO Brasil na transição geopolítica contemporânea: autonomia, desenvolvimento e mudanças na ordem internacional
Fábio José Pinho PetrellaA Petrobras no capitalismo financeirizado: orçamento, frações de classe e desenvolvimento nacional
Matheus Oliveira da SilvaTransição Energética: Perspectivas e Impactos Geoeconômicos
Rafael UngerA Promessa e o Quarto de Despejo: Reflexões sobre desenvolvimentismo, autoritarismo e exclusão no capitalismo brasileiro
Karina MerliA marca do Genocídio Armênio na relação turco-armênia
Sofia Zuca Portugal PudlesViolência, soberania e inimigos: uma análise da MINUSTAH
Guilherme Santos da SilvaA política externa do Paraguai e a Agenda Externa do Mercosul
Carolina Maeda Nogueira'O capital se faz em casa': incentivos e contrapartidas na relação entre Estado e capital no Japão em contraponto ao Brasil
Pedro Rodrigues SanchesCapitalismo Dependente e Industrialização no Brasil: A trajetória da Gurgel Motores à luz da Teoria Marxista da Dependência
Iggor Gomes RochaA ciência que o Estado não consegue contar: emendas parlamentares, demarcação orçamentária e capacidade estatal de mensuração (2019–2026)
Nilo Sérgio Viana Bezerra Neto / Breno Cerqueira AraujoO desenvolvimento da maquinaria em Marx
Pedro Henrique Gonçalves da Silva / Maurício Andrade WeissIncerteza Radical Keynesiana e Economia Criativa: os limites da racionalidade econômica no financiamento do setor cultural
Ana Christinna Almeida Barbosa Soares / Alec Gabriel Lisboa Pairet / Diana Bárbara do Nascimento Paraiso / Robson da Silva ChagasA Missa do Vaqueiro como Motor de um Arranjo Produtivo Local Cultural e Criativo no Sertão de Pernambuco
Felipe Silveira Pastor BolósPolíticas Públicas no Combate à Poluição nas Represas Billings e Guarapiranga
Bruna Taniguchi de AraujoEstratégias de desenvolvimento social no SUAS pelas vias do afeto e distribuição de renda
Filipe Silva FerreiraOutros planetas, mas não outro sistema: a persistência do capitalismo em Duna
Cintia de Carvalho FerreiraBolha da IA: concentração, soberania, capitalismo financeiro-monopolista, risco político e regulatório na geoeconomia
Victor Lenzi GonçalvesElementos de Terras Raras e a reindustrialização nacional: O Brasil na disputa geopolítica global e os caminhos para a soberania mineral
Mariana de Rossi VenturiniEmancipação das mulheres e soberania nacional: Estado, desenvolvimento e reprodução social na experiência cubana
Luis Carlos Nunes Rodrigues Junior'A arte é útil para quem?' - Uma análise sob a semiótica econômica decolonial de Kernak
GT 5

Juventudes: desafios na contemporaneidade

05/11 · Sala 33 · 08h30–11h30

Sendo a juventude "apenas uma palavra" ou muito mais do que uma palavra, é possível dizer que as juventudes enfrentam grandes e diversificados desafios, também marcados por diferentes desigualdades, na contemporaneidade. Transformações e convulsões sociais, políticas, históricas e culturais em curso, fazem das juventudes um dos grupos particularmente vulneráveis frente a tantas transformações. O presente grupo de trabalho aceitará estudos que estabeleçam reflexões amplas acerca de diferentes temáticas sobre as juventudes no mundo contemporâneo, como aquelas relativas ao antropoceno; uberização e plataformização das relações de trabalho; questões ligadas à saúde, corpo e emoções juvenis; relações de gênero e sexualidade; trabalho e escola. São bem-vindos também trabalhos que busquem um olhar pautado pelos marcadores sociais da diferença e interseccionalidade, bem como aqueles que discutam formas de resistência e ativismos frente às adversidades e desafios do mundo contemporâneo.

Dra. Stella Christina Schrijnemaekers
FESPSP
Dra. Régia Cristina Oliveira
USP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
João LovisiA 'Profanação' da Cidade e o Direito à Opacidade: O Sujeito Clubber e as Ocupações Culturais em São Paulo
Isabela Lopes KogachiConsumo musical e hierarquias simbólicas: o gosto musical entre os jovens
Fernanda de Andrade Pereira / Rafael de Paula Aguiar AraujoPolíticas Públicas em Educação: estudo sobre o Programa Pé-de-Meia
Vanessa Aparecida Araujo CorreiaConcepções de juventude presentes nos marcos regulatórios que orientam e regulamentam a inserção do componente projeto de vida no currículo escolar
Esdras Vasconcelos NunesPrEP e juventude Gay: percepções sobre corpo, prevenção e risco
Rogério Alves do RosárioBikeboys: juventude paulistana, iFood e trabalho no capitalismo de plataforma
Jéssica Lucas Vieira Campos / Heloisa de Camargo TozatoO conceito de juventude para a convenção do clima do Brasil
GT 6

Mundo do Trabalho: Políticas de Inclusão e Ações Afirmativas

06/11 · Sala 32 · 08h30–11h30

O mundo do trabalho tem passado por transformações significativas, impulsionadas por mudanças tecnológicas, sociais e econômicas. Nesse cenário, a gestão por competências socioemocionais, técnicas e críticas têm ganhado destaque como estratégias para potencializar a diversidade, promover a inovação e favorecer a inclusão. No entanto, é necessário analisar criticamente essas práticas, sobretudo no contexto das políticas de inclusão e ações afirmativas, para verificar se estas promovem equidade ou apenas reproduzem desigualdades. Temas abordados neste GT: conceito de competências técnicas, socioemocionais e críticas — origens, aplicações e impactos; investigação sobre a relação entre a gestão por competências e as políticas de inclusão e ações afirmativas nas organizações públicas, privadas e do terceiro setor; análises sobre o potencial dessas práticas para promover ou dificultar a equidade ao acesso e à permanência no mundo do trabalho.

Me. Adriana Maria de Souza
FESPSP
Dra. Renata Bernardes de Queiroz
FESPSP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
Alessandra Mota SilvaDesenvolvimento Nacional no Século XXI: Desafios, Estratégias e Instituições
Leandra Cintia Alves PerpétuoDa discriminação ao ativo de mercado: a gestão dos marcadores sociais da diferença no mundo do trabalho
Magda Isabel do NascimentoO percurso ocupacional da mulher negra nos cargos de prestígio e poder na cidade de São Paulo
Bruna dos Santos Lazarini / Eden Teles de Almeida / Daniela de Oliveira CorreiaAcessibilidade e inclusão para pessoas disléxicas em bibliotecas escolares
Aila Passeto Castro de Sousa / Vitória Ranger / Jacqueline Dias Batista / Beatriz Mendes Gouveia LacerdaCaminhos para a Inclusão: diretrizes para o atendimento a pessoas cegas ou com baixa visão em bibliotecas públicas de São Paulo
GT 7

Marcadores Sociais da Diferença e Interseccionalidades nas Agendas Globais: Desigualdades e Resistências

Sessão A · 04/11 · Sala 32 · 08h30–11h30 Sessão B · 04/11 · Sala 32 · 19h00–22h00 Sessão C · 05/11 · Sala 32 · 08h30–11h30 Sessão D · 05/11 · Sala 32 · 19h00–22h00

Este grupo de trabalho propõe reunir pesquisas sobre as relações entre os marcadores sociais da diferença como: gênero, raça, etnia, classe, território, sexualidade, geração, religião, deficiência etc., pensando suas interseccionalidades. O GT parte do pressuposto de que os desafios globais não podem ser enfrentados de forma eficaz sem uma análise crítica das desigualdades estruturais e sistêmicas. Por meio de diferentes abordagens teóricas e metodológicas, este GT busca fomentar debates sobre como os marcadores sociais da diferença e suas interseccionalidades podem ser pensadas também à luz dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), bem como identificar estratégias de resistência variadas, construção de políticas públicas, práticas comunitárias que confrontam a desigualdade e promovem justiça social.

Dra. Caroline Cotta de Mello Freitas
FESPSP
Dr. Vinícius Rodrigues Alvim Amaral
FESPSP
Dra. Luciana Pena Morgado
FESPSP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
Márcio Sampaio de CastroA Construção Política da Branquitude WASP na Origem dos EUA
Ana Caroline Antunes de SouzaAs comissões de heteroidentificação nos tribunais: a disputa entre universidades federais e candidatos não-enquadrados (2013-2025)
Sebastião Lisboa de Andrade RinaldiA Racialização dos Migrantes e dos Refugiados no Século XXI
Maria Cilene Lucas Vieira / Jéssica Lucas Vieira CamposMiscigenânsia e Interseccionalidade: Pertencimento e Estratégias de Resistência Antirracista
Pâmella Silva AlvesMulheres negras na USP: interseccionalidade, pertencimento e experiências universitárias
Daniela de Oliveira Correia / Daniel Rodrigues Cavalcante / Victor Albuquerque Felix da SilvaA promoção de letramento racial para educadores como estratégia de disseminação de cultura antirracista
Bruna Thereza Felicetti Silva de MoraesCultura e 'Cultura': Marcadores Sociais da Diferença e ODS na Gestão Pública da Política Nacional de Cultura Viva
Pedro Xavier da SilvaMasculinidade Criptografada: Discursos Masculinistas no Telegram
Rafael Leite Agari TorragaPoropopó: Como a masculinidade é vista e se manifesta nas arquibancadas pela torcida organizada do Corinthians
Jaqueline Victória Ciancaglini / Caroline Cotta de Mello FreitasA Sororidade na Rota Crítica: uma análise da atuação de mulheres na rede de apoio a vítimas de violência doméstica
Sofia Zuca Portugal PudlesA importância do sistema internacional na luta pelos direitos das mulheres no Brasil: uma análise do caso Maria da Penha
Jéssica Cristina de SouzaA ciranda dos (não)iniciados: diferença, desigualdade e pertencimento nas bruxarias de Paranapiacaba
Natally Alves CavalariTempo para si: experiências temporais de mulheres trabalhadoras na cidade de São Paulo
Karina Santos do Prado PessoaCultura material e gênero: um olhar a partir da exposição 'Casas e coisas' no Museu Paulista
João Filipe Araujo CruzViolência política e desigualdades na participação política de pessoas LGBTI+
Regiane Batista da Conceição / Eliany Alvarenga de AraújoDa Necessidade à Liberdade: Busca de Informação Vivenciadas por Mulheres Empreendedoras na Cidade de Goiânia/GO
Isadora Gonçalves Romero / Caroline FreitasVirilidade no prato: o consumo de carne como reafirmação da posição masculina na sociedade brasileira
Walter Rodrigues FilhoLaços de Memória e Afeto: Imigração Lituana no Brasil
Fernanda Oliveira CabralNatureza em disputa: Análise discursiva no caso da mineração em territórios indígenas Cinta Larga
Suely Cristina Cruz Rodrigues / Carú SilvaA Feminização das Migrações, Políticas Sociais e a Atuação de Assistentes Sociais
Jair Moreira de OliveiraDialética do Poder, Gênero e submissão da Mulher em Dom Casmurro
Jamille Silva GlassMulheres e o território em Iguape (SP): percepções sobre calor, acesso a áreas verdes e participação nas decisões sobre a cidade
Bárbara Poerner Pereira / Vinicius AmaralComunidades Campesinas no Enfrentamento da Crise Climática: a Experiência das 'Sementes da Paixão' na Rede Borborema de Agroecologia na Paraíba
GT 8

Pensamento social e político brasileiro

04/11 · Sala 63 · 19h00–22h00

O GT propõe analisar as principais correntes teóricas e autores brasileiros que buscaram explicar a formação e o desenvolvimento do Brasil. O foco recai sobre as tensões entre tradição e modernidade, as raízes das desigualdades e a formação do povo brasileiro.

Dr. Paulo Niccoli Ramirez
FESPSP
Me. Weslei Pinheiro Maciel
FESPSP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
Rogério Alves do RosárioLélia Gonzalez: amefricanidade, crítica epistemológica e pensamento social
Mauro Rocha FilhoGastar mais, mover-se menos: a campanha de Guilherme Boulos à Prefeitura de São Paulo em 2024
Roberto Julio de Lima Machado / Vivian da Silva dos Santos Balbino / Andressa Helena da SilvaDesconstitucionalização, Tecnocracia e a Razão Jurídica
Andressa Leal BarrosoPensamento Social Brasileiro em Disputa: Da herança escravocrata às narrativas contemporâneas
Pedro VedovatoA Política da Mudança: uma análise da campanha de Flávio Dino ao governo do Maranhão em 2014
GT 9

Políticas habitacionais, planejamento territorial e produção social da moradia

O Grupo de Trabalho tem por objetivo promover o debate sobre políticas habitacionais e planejamento territorial no contexto das transformações urbanas contemporâneas. Busca-se discutir os desafios institucionais, sociais e territoriais relacionados à provisão de moradia digna, à redução das desigualdades socioespaciais e à efetivação do direito à cidade. O GT acolhe trabalhos sobre planejamento urbano e regional, produção social da moradia, déficit e inadequação habitacional, regularização fundiária, participação social, trabalho social em habitação, governança interfederativa, instrumentos urbanísticos, financeirização da habitação e políticas públicas urbanas. Serão especialmente bem-vindas abordagens interdisciplinares e pesquisas empíricas, teóricas ou metodológicas que dialoguem com experiências territoriais, avaliação de políticas públicas, dinâmicas demográficas, produção do espaço urbano e metodologias inovadoras de análise territorial.

Dr. Tiago Augusto da Cunha
Dr. Paulo Silvino Ribeiro
FESPSP
Dra. Tatiane Ferreira Olivatto
UFSCar
GT 10

Repositórios Digitais e Ciência Aberta: desafios para o futuro brasileiro

O movimento da Ciência Aberta busca ampliar o acesso ao conhecimento científico na sociedade como um todo. Trata-se de movimento global, alinhado aos objetivos da Agenda 2030 da ONU. Os repositórios digitais buscam consolidar o conhecimento de forma a propiciar o acesso ao conhecimento neles depositado, principalmente de material de acesso aberto e não disponível em bases de dados comerciais de grandes editoras. Este GT pretende debater os principais conceitos, ferramentas e práticas relacionadas à temática dos repositórios digitais e sua importância para o movimento da Ciência Aberta. As discussões transitarão entre as áreas de Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia, refletindo sobre o papel, os desafios e as tendências para o futuro desta temática no contexto nacional.

Dra. Isabel Cristina Ayres da Silva Maringelli
FESPSP
Esp. Wellington Ferreira Rodrigues
FESPSP
Esp. Cecília Machado
FESPSP
GT 11

Tecnologias Digitais na Sociedade - GETS

Sessão A · 04/11 · Sala 31 · 08h30–11h30 Sessão B · 04/11 · Sala 31 · 19h00–22h00 Sessão C · 05/11 · Sala 31 · 08h30–11h30 Sessão D · 05/11 · Sala 31 · 19h00–22h00 Sessão E · 06/11 · Sala 31 · 08h30–11h30

O Grupo de Trabalho "Tecnologias Digitais na Sociedade", organizado pelo GETS, se propõe a investigar os impactos, mediações e transformações causadas pelas tecnologias digitais nos campos da cultura, política e sociedade. De forma interdisciplinar, o GT acolhe trabalhos que explorem interseções entre a tecnologia ou os ambientes e ferramentas digitais com os diferentes aspectos da vida em sociedade, tais como: campanhas e disputas eleitorais; democracia e autoritarismo; redes sociais e sociabilidades; inteligência artificial; plataformização e digitalização; participação cidadã e ativismo online; transformação do trabalho; identidade e subjetividade. Articulando sociologia, antropologia e ciência política, o GT busca explorar as formas pelas quais o digital reconfigura práticas sociais, modos de vida e estruturas de poder na sociedade contemporânea.

Dra. Tathiana Senne Chicarino
FESPSP
MBA Matheus de Oliveira Barreto
FESPSP
Me. Desirèe Luíse Lopes Conceição
FESPSP

Pesquisadores aprovados

PesquisadorTítulo do trabalho
Brunna Uccella Andrade de CastroCampanha de Rick Azevedo para vereador no Rio de Janeiro nas eleições de 2024
Rosemary Segurado / Mércia Alves / Desirèe Luíse Lopes Conceição / Tathiana Senne ChicarinoInternet, impulsionamento de conteúdo e redes sociais: o investimento digital das candidaturas coletivas nas eleições municipais de 2020 e 2024
Danielle Simoes AlbuquerqueA Anatomia de um Viral Político: O Caso Duda Salabert
Maiane Adriele Lucas FerreiraDiscurso, Estética e Hegemonia: Uma Análise do Partido Missão nas Eleições de 2026
Clarissa Rodrigues MendesÉtica hacker e IA generativa: transformações do trabalho voluntário na produção do comum em projetos de software livre
Gabriel Cunha VituriEncaminhada com frequência: uma análise sobre identidades profissionais da segurança privada em grupos de WhatsApp
Sara Puerta / Beatriz de Santana MonteiroZohran Mamdani é um populista de esquerda? O caso do primeiro imigrante e muçulmano eleito prefeito de Nova York
Alessandra Tamie Torrizella OgassavaraA Influência das Redes Sociais Digitais no Comportamento Social do Grupo Transicional no Brasil
Pedro Henrique Barbosa da SilveiraUm líder populista em construção: trajetória de Arthur Henrique em campanha para governador de Roraima ao longo de 2026
Arlindo TutungeniEducação Inclusiva nas Políticas Públicas de Educação em Angola
Lana Keren de Mendonça / Ilaydiany Cristina Oliveira da Silva / Amanda de Jesus Silva / Marli Ferreira de SouzaInteligência Artificial e Letramento Científico: Análise Bibliométrica
Daniel Ortega Ortigoza / Claudio Luis de Camargo PenteadoProibições de celulares: Quem tem medo da mobilização das famílias?
Lucas Oliveira Isidio da Silva / Domício Felipe Martins JuniorSamba e Futebol como Ativos: Plataformização do Entretenimento, Rentismo e Assimetrias no Brasil
GT 12

Trajetórias econômico-políticas da América Latina contemporânea

Sessão A · 04/11 · Sala 33 · 08h30–11h30 Sessão B · 04/11 · Sala 33 · 19h00–22h00 Sessão C · 05/11 · Sala 33 · 19h00–22h00

A proposta do GT consiste em estabelecer um espaço de interlocução acerca de questões da economia política relativas à história latino-americana (inclusive o Brasil), com enfoque nos séculos XX e XXI, e sobre temas clássicos do debate econômico (formação primário-exportadora, desenvolvimento, industrialização, desigualdade, globalização, neoliberalismo e inserção internacional dependente, por exemplo). Ao optar por uma perspectiva histórica, o intuito é estimular a reflexão sobre permanências e transformações que marcaram os processos econômicos e políticos da América Latina, bem como suas consequências para a atual conjuntura de crise. Com efeito, o objetivo do GT é reunir trabalhos que abordem a trajetória econômica e política do subcontinente no período enfocado para agregar pesquisadores interessados em pensar a região a partir de sua dinâmica própria, mas que analisem essa dinâmica no âmbito do movimento global do capitalismo.

Dr. Ricardo Neves Streich
FESPSP
Me. Leandro Salman Torelli
FESPSP
Me. Amanda Walter Caporrino
USP
GT 13

Processos de difusão: múltiplas formas de tratamento da informação e seus efeitos na disseminação de acervos

05/11 · Sala 44 · 19h00–22h00

O presente Grupo de Trabalho se propõe a debater a relação dialógica entre a organização da informação e a difusão cultural de acervos de diferentes naturezas: arquivos, bibliotecas, centros de documentação e museus. Partindo do pressuposto de que existe uma relação entre o ato de reunir, sistematizar, classificar e descrever documentos — muitas vezes reduzido a meros procedimentos técnicos — e a promoção de ações culturais e científicas de extroversão de acervos, busca-se ampliar olhares e conectar estas duas práticas aparentemente distintas.

Dra. Simone Silva Fernandes
Me. Bruna Provazi
GT 14

Educação Legislativa, Cidadania e Fortalecimento Institucional

Sessão A · 04/11 · Online · 08h30–11h30 Sessão B · 04/11 · Online · 19h00–22h00 Sessão C · 05/11 · Online · 08h30–11h30
GT Exclusivamente ONLINE

O Grupo de Trabalho acolhe pesquisas, relatos de experiência e resumos expandidos sobre educação legislativa e suas interfaces com formação cidadã, desenvolvimento institucional no setor público e fortalecimento democrático. Serão contemplados estudos sobre Escolas do Legislativo e de Contas e suas subáreas, como letramento político, educação para a cidadania, participação social, transparência pública, inovação pedagógica, comunicação pública, educação midiática, democracia digital, integridade da informação e combate à desinformação. O GT também se abre a análises sobre parcerias institucionais e interinstitucionais com foco na formação de servidores, qualificação de agentes públicos, desenvolvimento de capacidades estatais, produção e avaliação de materiais educativos e ações voltadas à aproximação entre Parlamento, instituições públicas e sociedade civil.

Me. Paulo Rodrigues Pantoja Júnior
Escola do Parlamento
Dra. Mércia Alves
CEBRAP / FESPSP
GT 15

Opinião Pública: teoria, método e análise

04/11 · Sala 45 · 19h00–22h00

O GT Opinião Pública tem como objetivo refletir e analisar trabalhos sobre a temática em suas diversas formas, dispositivos e metodologias. Para tanto, convida as pessoas pesquisadoras a submeter propostas de artigos que abordam teoricamente e apliquem métodos de pesquisa quantitativas (survey), qualitativas (entrevistas de profundidade, grupos focais, segmentadas etc.) e de monitoramento e análise de redes sociais digitais dentro do âmbito da ciência política, sociologia, antropologia, políticas públicas e sociais, economia e áreas correlatas. Análises de conjuntura política e econômica, longitudinal, de intenção de votos, costumes, consumo, cultura, posicionamentos, comportamento e análise de discursos públicos estão entre as temáticas de aderência e interesse das pessoas coordenadoras do GT.

Dr. Paulo Roberto Elias de Souza
UFABC/FESPSP
Dr. Jairo Tadeu Pires Pimentel Junior
USP
Doutorando Douglas Machado Simão
UNIFESP/FESPSP

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Oficinas do Seminário

As Oficinas são espaços práticos e coletivos realizados nos períodos vespertinos dos dias 04, 05 e 06 de novembro (das 16h às 18h), nas dependências da FESPSP. São 11 oficinas temáticas abertas à participação de pesquisadores de todos os níveis.

Oficina 1

A cidade também lê

A Cidade Também Lê é uma oficina interdisciplinar que propõe compreender a cidade como um espaço de produção e disputa de narrativas. A partir da observação de placas, grafites, pichações, propagandas, cartazes e outros elementos urbanos, os participantes serão convidados a refletir sobre quem pode falar, quem é ouvido e quais vozes permanecem invisibilizadas no espaço público. Em seguida, transformarão suas percepções em poemas, frases, desenhos, microcontos e outras produções, que formarão coletivamente o painel "A Cidade que a Gente Quer Ler". A proposta aproxima literatura, arte urbana e cidadania, estimulando a leitura crítica do cotidiano e a participação dos jovens na construção simbólica dos espaços que habitam.

Proponente

  • Bianca de Souza Mendes — FESPSP
Oficina 2

Acessibilidade no atendimento ao público: práticas atitudinais

A oficina tem por objetivo aprimorar o atendimento a pessoas com deficiência, oferecendo informações que valorizem práticas atitudinais. A oficina apresentará conceitos e contará com práticas e orientações de atendimento.

Proponentes

  • Me. Aline Barbosa Petelin — Biblioteca Mário de Andrade
  • Esp. Gabrielle Silva Carvalho — Biblioteca Mário de Andrade
Oficina 3

Catalogação Descritiva Contemporânea: do AACR2 ao RDA/MARC21 Bibliográfico/BIBFRAME

A oficina desenvolve um panorama evolutivo da catalogação descritiva a partir do século 19 aos novos princípios internacionais de catalogação e os modelos conceituais (FRBR/LRM) atuais; bem como a sua assimilação pelo RDA/MARC21 bibliográfico para aplicação na representação. Destaque às Entidades e Relacionamentos e respectivos atributos que reconfiguram a descrição e se submetem às tarefas dos usuários. Além de fornecer uma percepção da codificação dos registros no MARC 21 Bibliográfico, apresenta-se uma introdução ao BIBFRAME.

Proponentes

  • Dr. José Fernando Modesto da Silva — USP
  • Dra. Isabel Ayres — FESPSP
Oficina 4

Corpo-palavra: Escrita em fluxo

A oficina propõe uma conversa sobre a não separação entre corpo e palavra, partindo da compreensão de que a linguagem não é fixa ou neutra, mas uma construção que pode ser deslocada, reinventada e ampliada. A partir de provocações sobre linguagem, poesia e corpo, a oficina propõe pensar a escrita como uma prática que não está separada da vida. Nesse sentido, será utilizada a noção de escrevivência, de Conceição Evaristo, como uma das referências para pensar escritas dissidentes e as relações entre experiência, memória, corpo e linguagem.

Proponente

  • Irê Casarin — FESPSP
Oficina 5

Da miscigenânsia às ações transformadoras

Em oficina participativa será feita uma rodada de apresentações breves, com acolhimento e partilha. Os participantes iniciarão escritas particulares de memórias individuais com o objetivo de compreender pertencimentos e trabalhar ânsias identitárias. Após, será realizada dinâmica de grupo com símbolos adinkras e artes indígenas e breve reflexão sobre o conceito de Miscigenânsia (Vieira, 2025) e da Agência radical-transformadora (Stetsenko, 2023). Por fim, haverá roda de escuta e debates sobre construção coletiva de ações antirracistas.

Proponentes

  • Me. Maria Cilene Lucas Vieira — PUC
  • Jéssica Lucas Vieira Campos — USP
Oficina 6

Jornalismo internacional na diplomacia da Guerra Fria: fontes e métodos

Esta oficina propõe uma aproximação metodológica sobre as distintas fontes e formas de estudar o papel definidor que o jornalismo internacional teve sobre a diplomacia do período da Guerra Fria tardia. Apresenta-se como a figura do correspondente internacional atuou sobre a práxis jornalística naquele período, utilizando como ambiente de estudo a América Latina e sua relação com a política externa dos Estados Unidos. Ambiciona-se ampliar a base teórica para estudos deste tipo de fonte documental e apresentar uma interpretação benjaminiana do papel destes profissionais, demonstrando também como a mídia internacional serviu de termômetro moral em distintos momentos para as políticas externas das ditaduras do Cone Sul.

Proponente

  • Dr. Daniel Azevedo Muñoz — USP
Oficina 7

Linguagem Simples na Comunicação da Pesquisa Científica à Sociedade

Grande parte da produção científica brasileira é inacessível ao público não especializado, o que demonstra uma distância entre universidade e sociedade, comprometendo o impacto social da pesquisa. A oficina apresenta os princípios e diretrizes da Linguagem Simples (Plain Language) como ferramenta metodológica para tradução e adaptação de resultados científicos em formatos compreensíveis, sem perda de rigor técnico. Serão abordados: fundamentos e evidências internacionais sobre linguagem simples e acesso à informação; técnicas de reescrita de resumos, títulos e comunicados científicos; e critérios de avaliação de clareza textual. A sessão combina exposição teórica breve com exercício prático de reescrita, com devolutiva coletiva.

Proponente

  • Me. Natália Marques Andrade — USP
Oficina 8

Neuropolítica na Prática

A oficina apresenta os fundamentos da neuropolítica e sua aplicação na compreensão do comportamento eleitoral. Serão abordados conceitos de neurociência aplicada à política, com foco em como processos não conscientes influenciam percepções sobre candidatos, lideranças e mensagens políticas. Os participantes conhecerão técnicas de neurometria, especialmente o uso de eletroencefalografia (EEG), para mensurar atenção, engajamento emocional, aproximação e rejeição. A atividade incluirá a apresentação de estudos de caso realizados no Brasil, demonstrando como indicadores neurofisiológicos podem complementar pesquisas de opinião tradicionais. Ao final, os participantes serão capazes de compreender os principais métodos da área, interpretar resultados e discutir suas contribuições, limitações e implicações éticas para a democracia.

Proponente

  • Dr. Airton Rodrigues — NENC
Oficina 9

População em Situação de Rua e o Centro de São Paulo: Construindo uma Rede de Cuidados

A oficina propõe uma reflexão coletiva sobre a população em situação de rua a partir das dinâmicas do centro de São Paulo, compreendendo-a como um grupo heterogêneo que ocupa logradouros públicos e serviços de acolhimento e estabelece diferentes relações com o território e com as políticas públicas. Destinada a estudantes, pesquisadores e profissionais que atuam com essa população, a atividade abordará as redes de proteção social, saúde, habitação, trabalho e renda, seus limites, articulações e possibilidades. A partir de elementos da etnografia urbana e das experiências dos participantes, serão discutidos os fluxos entre serviços, as barreiras de acesso e permanência e os desafios da intersetorialidade. Ao final, os participantes construirão coletivamente um mapa da rede de cuidados, identificando atores, conexões, lacunas e possibilidades de articulação no território.

Proponente

  • Esp. Aline Oliveira — FGV (Mestrado Profissional em Gestão e Políticas Públicas)
Oficina 10

Playtest aberto do boardgame L'a Guerri

Esta oficina tem como objetivo realizar o playtest externo de um boardgame em desenvolvimento, proporcionando aos participantes a oportunidade de conhecer, experimentar e contribuir ativamente para o aprimoramento do projeto. Durante o encontro, serão apresentadas a narrativa, as mecânicas, os objetivos e os principais elementos do jogo, seguidos de uma sessão prática de teste. O playtest é uma etapa fundamental do processo de desenvolvimento de jogos, na qual os participantes experimentam uma versão ainda em construção para avaliar aspectos como clareza das regras, equilíbrio, ritmo, dificuldade, engajamento e experiência geral. Ao final da sessão, os participantes serão convidados a compartilhar percepções, sugestões e feedbacks, contribuindo para a identificação de pontos fortes e oportunidades de melhoria.

Proponente

  • Stella Jovelli Dias — Centro Universitário Belas Artes de São Paulo
Oficina 11

Sistemas de Informação da Atenção Primária em Saúde e metodologia de levantamento de dados sobre alocação de recursos

Essa Oficina pretende apresentar os diferentes Sistemas de Informação da APS (Atenção Primária à Saúde) e como obter informações sobre alocação de recursos para os municípios brasileiros.

Proponentes

  • Dra. Mariana Alves Melo — Instituto Walter Leser / FESPSP
  • Dra. Aparecida Pimenta — Instituto Walter Leser / FESPSP

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São 11 oficinas temáticas abertas à participação. Inscrições abertas até 21 de outubro de 2026.

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